1 ano de Ambiente Virtual

Hoje Ontem o cyber completaou um ano de funcionamento.

Se não fosse a chuva que não quer dar trégua, diria que anteontem foi aquele sábado ensolarado que abri as portas do cyber. O ano passou voando, mas não por isso foi pouco intenso.

A inauguração não poderia ter acontecido numa ocasião mais incerta: duas semanas antes do início das férias escolares, com uma mínima divulgação, num fim de mês e com muito mais imprevistos que o previsto. Como se já não bastasse a expectativa de como o público iria aceitar o Linux.

baloes-O que?

-Linux.

-Linox?

-Sim, Lí-núx.

-Quié isso?

-É o sistema que faz o computador funcionar.

-Ahn! …é do Windows?

-Não… ele substitui o Windows.

-O XP?

-Esse aí.

-Humm…

Já deu pra sentir o drama? Adivinha quantas vezes rolou esse diálogo durante o ano?

Se nesse início já deu pra provar que sem os amigos somos nada, confirmei também que sem a família somos menos ainda. Pra quem é marinheiro de primeira viagem no mundo dos negócios, saiba que todas aquelas coisas óbvias descritas nos livretos do SEBRAE devem ser levadas muito a sério.

Fazendo uma rápida retrospectiva, vou citar alguns fatos marcantes (e engraçados) que me vem à cabeça.

24/11/2007, 8:30h: É um sábado de sol, mas não aluguei um caminhão. Abro a loja. Dá pra sentir o cheirinho de cola e serragem dos móveis novos.

24/11/2007, 9:15h: Inicio a inauguração da loja com duas pessoas presentes. Uma fisicamente (eu) e o Marcelão via Skype lá em Flemsburg.

carlao-com-chimarrao-metal24/11/2007, 9:21h: O Carlão chega no Libertymóvel e traz um chimarrão pra brindar o momento histórico.

24/11/2007, 10:30h: Entra o primeiro cliente. É a Elizângela, minha vizinha de loja. Veio imprimir uma foto. Deu uma treta na impressora e levei quase dez minutos pra fazer funcionar.

24/11/2007, resto da manhã: Alguns clientes em potencial entram na loja e acham que os móveis são muito bonitos. E só.

24/11/2007, sessão da tarde: Finalmente! O primeiro cliente de verdade! Me atrapalho um pouco pra explicar o sistema de segurança (o que apaga todos os dados ao finalizar os acesso), mas no fim tudo dá certo.

25/11/2007, manhã e tarde: Mais alguns clientes aparecem. O movimento é fraco. Também, domingão de sol em Floripa… Percebo que nas estações a conexão não está lá essas coisas. No servidor, aparentemente tudo ok. Será que tem algum problema com a rede wireless?

moveis-cyber25/11/2007, noite: O movimento é bom. A galera começa a chegar da praia e vêm dar uma conferida na nova loja do bairro. A conexão começa a cair em alguns computadores mas retorna logo em seguida. Todo mundo acha os móveis lindos. Eu sei, eu sei ;-)

26/11/2007, segunda-feira 6:15h: Levanto da cama. Agora sim é pra valer. É hoje que eu vou ver se eu investi bem o meu rico dinheirinho. Durante o dia a conexão wireless cai a cada 10 minutos em 4 das 5 máquinas. Uma das máquinas funciona normalmente o dia inteiro. Não tenho a mínima idéia do que está acontecendo. Testei a rede em casa, quase que ininterruptamente durante 2 semanas sem nenhum problema e aqui nessa salinha de nada começa a dar todo tipo de pau.

27/11/2007, terça-feira: Decidi fazer uma rede cabeada. Uso o servidor para rotear e um switch Encore dos mais vagabundos pra distribuir a rede. Por via das dúvidas trouxe mais dois switchs de reserva. Ás 2 da tarde sou um feliz proprietário de um cyber que possui acesso à internet… uhuh!!

Resto da primeira semana: Jonh Hall vem a Floripa e a empresa que o trás me convida pra apoiar a divulgação. Ha! Te mete com o cara!!!

Segunda semana: Uma das máquinas faz um barulho estranho e em seguida estoura a fonte. Preciso comprar uns estabilizadores.

Algum domingo a tarde qualquer: Um bebum entra no cyber, diz que é da polícia civil. Não sei se dou risada ou faço ele sentar nas bromélias do canteirinho ali da frente.

Primeiro mês: Entro em contato com a Coca-Cola e peço uma geladeirinha. O Debian muda o GNOME do Lenny para a versão 2.20 e me dá motivos suficientes pra tentar aprender a fazer decentemente os scripts de configuração.

Segundo mês: Já deu pra tirar uma febre das dificuldades dos clientes com o Linux. Conclusão: as dúvidas relativas aos sistema são poucas e simples. Como desmontar um pen-drive, onde estão os arquivos baixados, uma ou outra particularidade do aMSN e do eMeSeNe, algumas diferenças entre o Word e o Writer do OpenOffice… Algumas dúvidas ainda persistem, como: “Os numerozinhos não estão funcionando (tecla Num Lock desligada)” ou “orqut, o yutube e o gloogle não querem entrar” . Acreditem, isso acontece com MUITA freqüência.

Março/2008: Problemas com o MSN Messenger. A versão BETA do eMeSeNe tem atualizações diárias e não conecta durante alguns dias. O aMSN também fica estranho. O dia que um funciona o outro dá problema.

Abril/2008: O GNOME 2.22 zoa com os meus novos scripts. Os clientes clamam por serviços de fax e xerox. Alugar uma máquina dessas é muuuito mais fácil do que eu pensava.

Maio/2008: Problemas com a prefeitura. Um fiscal me informou que eu preciso ter um alvará sanitário.

-Mas eu só tenho computadores aqui.

-O senhor deve entrar em contado com o órgão competente e regularizar a sua situação.

Engraçado… a loja de roupas aqui do lado não precisa disso.

Julho/2008: A NET começa a me avacalhar com o VíRTUA. Primeiro um problema que dava toda a pinta de ser DNS. Depois começaram as constantes quedas e várias manhãs sem conexão. Quando voltava, funcionava mal e porcamente. Mal sabia eu que era o início de três meses de stress.

nois-no-cyberAgosto/2008: A Coca-Cola Vonpar demonstra toda a sua – baixa – eficiência e depois de 8 meses me trás a geladeira… errada! Uma semana depois eles me trazem uma geladeirinha com adesivos do Suco Mais (que é uma delícia). O vendedor sutilmente me informa que pelo fato de ser um refrigerador para sucos eu deveria comprar mais… sucos! Movimentei minha sombrancelha direita e pensei em mandar ele sentar nas bromélias do canteirinho, mas como cara era muito grande apenas falei que se eu não pudesse escolher os produtos ele poderia levar o frigobar embora de moto.

Setembro/2008: Tomo vergonha na cara e registro um domínio: ambientevirtual.net. Tá certo que ainda não fiz uma página decente, mas eu não quero falar sobre isso.

Outubro/2008: Sai o BrOffice 3. Agora chega de incomodação por causa dos malditos .DOCX. por outro lado, a compatibilidade com os .DOC diminuiu.

Novembro/2008: Começo a testar o nada menos que excelente (eu pago pau mesmo, e daí?) OpenLanhouse, que apesar de ainda estar na versão 0.1 é muito bem estruturado e tem muito mais recursos que o Zeiberbude.

Tá, o tal do Linux? É possível ter um cyber 100% Linux?

Sim.

É necessário um bom nível de conhecimento?

Sim.

Mas é preciso muito mais que isso: Conquistar o cliente. Simpatia, atenção, solicitude… 99% dos clientes nunca haviam tido contato com o Linux. É mais simples, é mais fácil mas é diferente. E esta é a pedra no sapato. Se um ícone for movido já é motivo de reclamação. O cliente quer comodidade, mas mais do que isso, o cliente quer ser MUITO bem atendido. Meu cyber não tem os preços mais atraentes e para alguns clientes nem é o mais perto, mas apesar de eu não ter o Word ou o Live Messenger, tenho uma clientela fiel, pois aqui tudo funciona muito bem, obrigado.

Esse foi o resumão do ano. Se eleito for, atualizarei este blog com uma alta freqüência, quiçá diária… déjà vu? Sério, qualquer hora dessas, volto contando mais casos e alguns causos.

40

Tá tudo dominado: www.ambientevirtual.net

Desde a semana passada, estamos operando com um domínio decente: www.ambientevirtual.net

Hospedado pela RedeHost, não foi o mais barato que encontrei e nem recomendado por algum conhecido, mas até agora só posso classificar o serviço como muito bom. Só não é ótimo por causa de uma zica do FTP, e só não é excelente porque eles não usam Linux – ok, ninguém é perfeito.

Provisoriamente, a página inicial está redirecionando pra cá, e em pouco tempo colocarei tudo em ordem. Mesmo assim pretendo continuar com este blog, já que o wordpress é quase perfeito.

P.S.(1): Pela propaganda, bem que podia rolar um desconto na hospedagem… mas não pisem na bola como fez o pessoal da Net Virtua, senão eu detono com vcs tb!

P.S.(2): Eu sei que a notícia já está passada, mas continua exclusiva :-) .

0

Uma Viagem à Índia

Florianópolis possui uma particularidade que umas poucas metrópoles têm: gente de tudo quanto é lugar. E imagina por onde esse povo já não andou?

Volta e meia eu conto um punhado de “causos” de alguns clientes e hoje vou falar um pouquinho do “Seu” Álvaro.

O “Seu” Álvaro é advogado, e não faz muito, chegou aqui “de mala e cuia”. O “vivente” veio de Santa Rosa (RS), escolheu a trindade pra morar e o nosso cyber pra freqüentar. É daqueles clientes que sempre que passa aqui pela frente da loja tem que dar um “oi”.

Um dia ele comentou que havia feito uma viagem à Índia, visitou o lugar onde Buda iluminou-se, etc. Como estávamos conversando descontraidamente, até imaginei que estivesse brincando, mas como em outras ocasiões ele também comentou sobre a viagem, fiquei curioso – como todo bom amante da história – e só estava esperando uma boa hora pra tocar no assunto.

Um país de muitos contrastes… Uma potência nuclear onde os casos de violência urbana são raríssimos, uma referência tecnológica com alto índice de analfabetismo, o país que possui o 4º maior PIB mas é apenas o 128º colocado no IDH, possui uma tradição religiosa ímpar e, desde a antiguidade, inúmeras referências na história mundial.

Qual não foi a minha surpresa quando “Seu” Álvaro me convidou pra assistir uma palestra sobre sua viagem à Índia. Acha que eu vou perder? Mas nem que a vaca tussa :-) .

Então, se quiser me encontrar lá, e conhecer o “Seu” Álvaro aí vai a data, hora e local:

Dia 21 de Agosto às 19h30min

Centro de Metafísica Atman Amara

Rua José Francisco Dias Areias, 390 – Trindade

Contribua e leve 1Kg de alimento

Se desejar maiores informações, ligue 3333.2311 ou 9961.6709.

0

Reciprocidade para com a Wikipédia

Pare e pense: Quanto a Wikipédia já colaborou com você? Que atire a primeira pedra quem nunca fez um trabalinho na base ctrl+c, ctrl+v consultando a dita cuja! E que tal retribuir a gentileza?

Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!
…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux e o Efetividade lançaram uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e participe – quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!

Esta é só uma gota d’água neste oceano, que não por acaso, é a essência deste projeto fantástico.
Update: Quanto é que eu vou tomar vergonha na cara e aprender HTML? :-P

0

Pen drives e as aulas de educação sexual

Todos sabem como se previnir das doenças sexualmente transmissíveis: Não usar ou compartilhar drogas, reduzir o número de parceiros sexuais e sempre usar preservativo. Essas medidas podem ser usadas para cuidar tanto da nossa saúde quanto da saúde dos computadores.

Nas últimas semanas, os serviços de manutenção lógica foram bastante requisitados aqui na loja e na maioria dos casos os problemas foram causados por vírus, spywares e trojans. Verificando os últimos serviços executados, percebi que de 4 meses pra cá, essas pragas são as principais causas de problemas nos computadores. As falhas de configuração, instalação desordenada de programas e “acidentes de percurso” quase não dão mais serviço.

Outra característica que percebi é que a maioria destes programinhas do mal não são transmitidos – diretamente – pela internet e sim, via dispositivos móveis, ou pen drives para os íntimos.

Mas será possível? Um pen drive ou um inocente mp3zinho infectar dezenas, quiçá, centenas de computadores?

Sim, é possível. Um exemplo:

A maioria dos computadores disponíveis nas escolas e universidades são de uso público e possuem o Windows como sistema operacional, que é uma piada – de muito mal gosto – em termos de segurança. Não há anti-vírus, anti-spyware ou anti-qualquer-coisa que resolva isso. Algumas medidas até podem minimizar isso, mas diversos fatores, tornam o contágio inevitável. Some isso a dezenas de pessoas utilizando estes micros para os mais diversos fins… pronto! No fim do dia, temos um computador que mais parece uma pia de água benta.

Como evitar isso?

  1. Não use drogas. Use um sistema operacional seguro decente, imune a vírus: Linux, FreeBSD, OpenSolaris, etc… opções não faltam!
  2. Diminua o número de parceiros. Não enfie o seu brinquedinho (o pen drive ou mp3 player) em qualquer lugar.
  3. SEMPRE use preservativo! Sempre que possível, “passe” um anti-vírus no seu pen drive. Nem sempre resolve, mas é melhor que nada.

Se vc não puder – ou não quiser – fazer nada disso, ao menos verifique se existe um arquivo com o nome autorun.inf perdido no seu pen. Se existir, apague. ele não é o vírus em si, mas é o responsável por “rodar” o vírus assim que o dispositivo é plugado no computador.

Detalhe: esse “prêmio” só ganha quem usa Windows (huhahuahaua!).

Agora que você já sabe como se propagam os vírus de pen drive, ensine ao seu filho, primo, sobrinho neto, vizinho or anyone como cuidar melhor do computador que ele tanto adora e que serve apenas pra jogar Tíbia ou CS ;-) .

2

Iceweasel 3.0

Após 3 semanas do lancamento do Firefox 3, o projeto Debian disponibiliza a sua versão do novo software da Mozilla para a versão Lenny do seu sistema operacional.

Esta “simples” atualização resultou na remoção e substituição de vários pacotes causando em uma série de modificações, mas nada que comprometa a usabilidade. Torno a repetir que mesmo sendo uma versão de testes, a estabilidade do Lenny é excelente e apesar de NÃO ser recomendado o seu uso em sistemas de produção, dá bem menos dor de cabeça que muito sistema operacional que se compra por aí.

Já testei o Firefox 3 no Windows e em várias distribuições Linux e já havia percebido uma melhora geral na navegação, porém no Debian a diferença é absurda, em torno de 3 (!!!) vezes mais veloz que a versão anterior. A estabilidade geral (principalmente com animações em flash) e o uso da memória também estão bem melhores.

Acompanhando, em breve atualizaremos a página de complementos para que os clientes possam aproveitar todos os recursos do novo navegador.

1

São Paulo sem internet? Oba!

Desde ontem pela manhã os paulistanos vêm encontrando dificuldades para se conectar internet. Tudo o que se sabe até agora é que a Telefônica não está sendo competente o suficiente para consertar a caca.

O curioso é que também desde ontem pela manhã a velocidade do acesso aqui no cyber aumentou(!)

Os vídeos do YouTube e flash’s em geral estão com uma taxa de download pelo menos 3x mais alta. Até poucos dias atrás, a velocidade de download de arquivos .FLV não passava de 15Kbps. Hoje a transferência varia de 30Kbps a 90Kbps.

A navegação em geral também está mais ágil e apesar de lamentar os transtornos que a Telefônica vem causando enfrentados pelos paulistanos, aqui em Florianópolis não temos o que reclamar. Pelo menos por enquanto.

0

OpenSUSE 11.0 Torrent's

Como prometido, aqui vão os Torrents do OpenSUSE 11.0:

32 bits

Live CD Gnome
http://download.opensuse.org/distribution/11.0/iso/torrent/openSUSE-11.0-GNOME-LiveCD-i386.torrent

Live CD KDE 4
http://download.opensuse.org/distribution/11.0/iso/torrent/openSUSE-11.0-KDE4-LiveCD-i386.torrent

CD de Linguagens adicionais
http://download.opensuse.org/distribution/11.0/iso/torrent/openSUSE-11.0-Addon-Lang-i386.torrent

DVD de instalação
http://download.opensuse.org/distribution/11.0/iso/torrent/openSUSE-11.0-DVD-i386.torrent

64 bits

Live CD Gnome
http://download.opensuse.org/distribution/11.0/iso/torrent/openSUSE-11.0-GNOME-LiveCD-x86_64.torrent

Live CD KDE 4
http://download.opensuse.org/distribution/11.0/iso/torrent/openSUSE-11.0-KDE4-LiveCD-x86_64.torrent

CD de Linguagens adicionais
http://download.opensuse.org/distribution/11.0/iso/torrent/openSUSE-11.0-Addon-Lang-x86_64.torrent

DVD de instalação
http://download.opensuse.org/distribution/11.0/iso/torrent/openSUSE-11.0-DVD-x86_64.torrent

Boa colheita!

1

Tava demorando I

No post de ontem, falei sobre o problema mais comum enfrentado pelos desenvolvedores no dia do lançamento de um software muito popular: o excesso de acessos ao site para download.
Olha só o site do OpenSUSE hoje ás 9h:

Paciência, né? Daqui a pouco eu coloco os Torrents pra facilitar a vida do povo.

0

OpenSuse: Baixe por Torrent, caramba!

Não deu outra. Quem não pegou o Firefox por um espelho da Mozilla penou para conseguir estrear a mais nova versão do 2º melhor navegador do mercado – desculpem-me os puristas, mas pro Opera ser perfeito só falta ser livre.
Mas isso é passado, e este post não tem nada a ver com a nova guerra dos navegadores só que tem tudo a ver com downloads.

Sempre que há o lançamento oficial de um software, é natural que se busque a fonte principal do programa, ou seja, a página do desenvolvedor. Só que se todos fizerem isso ao mesmo tempo, haverá um congestionamento neste endereço e na melhor das hipóteses, tornará o processo de download mais lento.
Não é de hoje que foi inventado o BitTorrent, e não é de hoje que todo mundo sabe que esse é o meio mais eficiente para troca de arquivos, sendo o que melhor traduz o conceito de comunidade. Esse é o modelo ganha-ganha. Você dá um pouco e em compensação recebe muito. Além do mais eu NUNCA baixei uma imagem de disco por torrent que estivesse corrompida.
Aqui no cyber, usamos o Debian Lenny como sistema padrão em todas as máquinas e estou plenamente satisfeito com o desempenho e estabilidade do sistema, apesar de ainda ser uma versão de testes.
Há muito tempo tenho o hábito de testar novas distribuições, mas desde mil novecentos e guaraná com rolha não testo o SuSE (ou OpenSUSE, como preferir). E o pior é que só tenho escutado elogios desta distribuição que apesar de ser patrocinada pelo amigo do filho do capeta, conquista a todos pela excelente qualidade e deixa de lado motivos ideológicos ou utópicos.
O até a atual versão o, OpenSUSE já dispõe da opção preferencial pelo Torrent, a Mandriva e o Fedora também tem esta opção bem visível na página de descarrego. ¬¬
O mesmo não acontece com o Ubuntu, que nem um link na página tem. Resultado: Testar o Ubuntu no dia do lançamento baixando pela página? Nem pensar!
Poxa, custa fazer um Torrent e divulgar em meia dúzia de sites? Aposto que em menos de 6 horas, teríamos TODOS uma versão zero-bala instalada na máquina.
Enquanto escrevo esse artigo, faltam T-20 – gostei – para que os downloads do OpenSUSE 11.0 sejam liberados. Acho que ainda dá tempo para fazer uma mobilização incentivando o uso do Torrent.
Amanhã, por volta das 4 da tarde – ou quando as imagens forem liberadas, o que ocorrer primeiro – vou atualizar essa notícia e disponibilizar o Torrent do camaleão por aqui.
Deixe de ser casquinha e faça também a sua parte. Ao invés do recorde de downloads no dia de lançamento, quem sabe alguém não inventa o Recorde de Instalações no dia de Lançamento.

Update!

Pegue as “mudas” aqui:
http://ambientevirtual.wordpress.com/2008/06/19/opensuse-110-torrents

6